Tradução preliminar da Zed Studio, apenas para testar o layout. O texto final em português vem da Macaw.

Café especial sustentável · Brasil

Queremos compartilhar o Brasil com o resto do mundo. Uma xícara por vez.

Um movimento de café construído da fazenda para cima, cultivando uma rede em que a saúde do ecossistema, as práticas regenerativas e a autonomia do produtor moldam cada xícara. A Macaw é feita de relações, por escolha.

Quatro fazendas parceiras Brasil e Reino Unido Desde 2025
Ruas de café na Fazenda Água da Mata, em Garça, São Paulo

Fazenda Água da Mata, Garça SP

Araras-azuis reunidas em moirões de cerca no Pantanal

Eu queria ser pássaro para entender melhor o chão.

Manoel de Barros

Acreditamos que, com cuidado, a vida se regenera. É por isso que honramos a terra como agente de mudança.

Pantanal, Mato Grosso — Luciano Candisani

Nossa história

Responsabilidade ambiental e social compartilham o mesmo horizonte.

A Macaw existe para fechar uma lacuna. O Brasil é, de longe, o maior produtor de café do mundo, e ainda assim os menus de café especial oferecem Colômbia, Panamá, Guatemala, Peru, Costa Rica, Etiópia e Quênia, e raramente o Brasil. Sua reputação global ainda é moldada pela produção de commodity: volume, consistência e preço à frente de qualidade, origem e variedade. A Macaw é feita de relações, por escolha.

Três homens segurando copos da Macaw no Rio de Janeiro
Semana do Earthshot Prize, Rio
Convidados brindando com espresso martinis
The Plastic Detox, no The Conduit Club
O balcão de café da Macaw no Earthshot Boulevard
Earthshot Boulevard, Rio
0

Fazendas parceiras compradas direto, em Minas Gerais, no Cerrado, em São Paulo e na Amazônia

1st

Copo de espresso realmente livre de plástico, desenvolvido com a Notpla e testado no Rio

0

Eventos com o Earthshot, o Science Museum, o Museu do Amanhã, o The Conduit e a Rio Innovation Week

Duas araras-azuis se alimentando no chão, no Pantanal

Pantanal, Mato Grosso — Foto de Luciano Candisani

01 · Nosso Propósito

O sistema, não a métrica

Um número pode ser atingido sem tocar no sistema que o produziu. Um sistema vivo funciona ou não funciona. Uma fazenda deve funcionar como um sistema vivo, em que solo, água, carbono e biodiversidade se reforçam, sustentados pelas pessoas que a cultivam.

Por que somos diferentes

01

Bom de verdade

O café precisa se sustentar sozinho antes de qualquer história ser contada. Queremos que as pessoas o escolham pela qualidade e fiquem pelo que há por trás dele. Prazer e sentido, sem concessões.

02

Elevando o café do dia a dia

O café deveria superar expectativas como a boa comida e o bom vinho, e não só em ocasiões especiais. Levamos ele aos momentos em que normalmente falta: em casa, servindo só para você, no escritório, em hotéis e restaurantes.

03

Consumo consciente, do grão à xícara

O que segura o café importa tanto quanto o café. Somos parceiros da Notpla, vencedora do Earthshot Prize, no desenvolvimento de copos livres de combustíveis fósseis, para que um ritual diário sustente, discretamente, escolhas melhores para a terra, as comunidades e o clima.

04

Construindo parcerias com sentido

Nossa trajetória começa com os produtores, nossos parceiros primeiros em qualidade e regeneração. Adiante na cadeia, escolhemos com o mesmo cuidado quem serve nosso café: parceiros que querem um café excepcional e sustentável, e que se importam com como ele foi cultivado.

O padrão

Impacto social

Atrás de cada safra estão produtores, suas equipes e as comunidades ao redor. A Macaw é construída sobre relações duradouras com essas pessoas e sobre um preço que reflete a técnica e o cuidado por trás de um café excepcional.

Agricultura regenerativa

Proteger mantém a terra como está. Regenerar ajuda ela a voltar. Apoiamos fazendas que deixam solo, água e biodiversidade em melhor estado a cada ano, e que ficam economicamente mais fortes por isso.

Cuidado com a água

Nas regiões produtoras de café, a água é a primeira coisa que a pressão climática leva. Apoiamos fazendas manejadas para proteger nascentes e melhorar a capacidade do solo de reter água, para que a terra siga produtiva mesmo em secas severas.

Sequestro de carbono

Com práticas regenerativas, solo saudável e sistemas de sombreamento retiram carbono da atmosfera. É isso que permite ao café ir além do carbono neutro e se tornar carbono negativo.

Restaurando natureza e biodiversidade

Dossel nativo restaurado ao lado do café, cada espécie de árvore escolhida para uma função específica. A volta da fauna é o indicador vivo: se as abelhas nativas prosperam, o sistema está funcionando.

Rastreabilidade

Cada saca ligada a uma fazenda, safra e método de processamento específicos. Relações diretas com produtores com nome, e não compra anônima de commodity. A certificação é o mínimo; nossas relações nos deixam ver além dela.

Origem

Quatro fazendas, quatro ecossistemas

As fazendas de quem a Macaw compra direto. Abaixo, a Fazenda Água da Mata por inteiro, exatamente como aparece na ficha de amostra da Macaw.

Amostra · safra 2026

Fazenda Água da Mata

Garça, São Paulo · 700m · variedade Obatã, processo natural

Uma fazenda familiar conduzida por Zito, que a assumiu do pai. Fica a 700m em Garça, origem reconhecida em 2026 com Indicação Geográfica, o selo brasileiro de um terroir de café distinto. Não é monocultura: ao lado do café cultivam outras culturas e várias variedades. Boa parte do que a terra precisa é produzida ali mesmo, então a fazenda alimenta a fazenda.

Mata e lavoura na Fazenda Água da Mata

Mata e lavoura · Garça, SP · 700 m

A amostra

Lote 2026

ProdutorZito
Altitude700 m
OrigemGarça, SP · GI 2026
VariedadeObatã
Safra2026
ProcessoNatural

Na xícara

Chocolate, caramelo, mel e castanhas, com baixa acidez

Macio e redondo, mais do que ácido ou frutado. Confortável puro, e se sustenta muito bem com leite e com comida.

POR QUE TEM ESSE SABOR: É a variedade Obatã, de processo natural, seca com o fruto ainda no grão, o que aprofunda a doçura de chocolate e caramelo. Colhida à mão no ponto de maturação. Na fazenda, o café cresce ao lado de girassóis e outras culturas. Depois da secagem, os grãos descansam em silos de madeira que o produtor construiu, para igualar os açúcares, daí o final limpo e consistente.

Como é cultivado

Verificado 12.08.2026

Caminhando pelas ruas de café na Água da Mata

Mata primeiro

Mais de um terço da fazenda é mata nativa. O replantio usou espécies nativas ameaçadas, entre elas o pau-brasil, a árvore que dá nome ao país.

O reservatório da Água da Mata

Água na nascente

Uma cachoeira e nascentes naturais dentro da terra. O excedente do reservatório volta por tubulação para alimentar as nascentes, e a fazenda sustenta sua própria água.

Classificação do café na Água da Mata

Ciclo fechado

O adubo é feito ali mesmo: esterco compostado das ovelhas e do gado, casca e folha de café. Ipês altos cercam a fazenda como quebra-vento e ajudam a controlar pragas. Parte da operação funciona com energia solar.

Na fazenda

Garça, São Paulo

Ruas de café com mata nativa ao fundo, na Água da Mata
Mata e lavoura
Revolvendo o café no terreiro de secagem
O terreiro de secagem
Camas suspensas de secagem na fazenda
Camas suspensas de secagem
Café verde nas mãos em concha
Café verde
Um arco-íris sobre o cafezal da Água da Mata
Garça, São Paulo
02

Fazenda Três Meninas

Paula Curiacos e Marcelo Urtado · Cerrado Mineiro

Na Três Meninas o padrão Macaw já é realidade, e um exemplo vivo de que ele é alcançável. Desde 2016 a fazenda vem convertendo toda a sua área produtiva para a agricultura regenerativa, com agrofloresta, plantas de cobertura, insumos biológicos e reflorestamento. O foco é a proteção do solo, para que a água seja retida mesmo em secas severas.

Ruas de café na Fazenda Três Meninas
Plantio regenerativo
Uma nascente natural dentro da fazenda
Nascentes protegidas
Um quadro de abelhas nativas sem ferrão
Abelhas como indicadores
Painéis solares ao lado do reservatório
Operação com energia solar
A entrada da Fazenda Três Meninas
Cerrado Mineiro
03

Fazenda Das Almas

Minas Gerais

Um dos produtores brasileiros sustentáveis que estiveram com a Macaw no Science Museum, ao lado do povo Suruí e da Três Meninas.

04

Robusta Amazônico

Povo Suruí · Rondônia

Cultivado pelo povo Suruí em Rondônia. Celeste Suruí, a primeira barista indígena do Brasil, ajuda a contar essa história, conectando sua herança Suruí a uma nova geração da cultura brasileira do café.

O nome

A Macaw começou com uma visita ao Pantanal

Lá testemunhamos a volta da arara-azul-grande. Antes uma espécie ameaçada, ela floresce de novo graças ao compromisso do Projeto Arara-Azul.

Esta é uma história de renovação, relação e responsabilidade.

02 · Nossa Gente

Os produtores primeiro, depois o resto de nós

Lucas e David fundaram a Macaw em 2025, passando boa parte daquele ano no Brasil na preparação do Earthshot Prize no Rio.

Conheça o time

Lucas Garcez

Lucas Garcez

CEO e cofundador

Depois de uma década trabalhando internacionalmente na moda, Lucas desenvolveu um olhar global sobre cultura, artesania e marca. Inspirado por sua ligação com produtores brasileiros de café especial, fundou a Macaw para compartilhar uma visão mais autêntica do café do Brasil.

David Fein

David Fein

Cofundador

Vice-presidente do Earthshot Prize e copresidente da United for Wildlife, David traz vasta experiência na construção de parcerias de impacto nos setores público, privado e sem fins lucrativos. Foi Group General Counsel do Standard Chartered Bank e Procurador dos Estados Unidos em Connecticut no governo Obama.

Marcelo Gregorio

Marcelo Gregorio

CSSO

Marcelo é mestre em Sustentabilidade por Harvard e atuou em ESG, estratégia climática e finanças sustentáveis na Ernst & Young e na Arup. Na Macaw, conecta café premium, agricultura regenerativa e valor de marca no longo prazo.

Gustavo Raguzzani

Gustavo Raguzzani

COO

COO fracionado com mais de 15 anos escalando negócios de alimentos no Brasil e nos Estados Unidos, com posições de liderança na JBS, Cacau Show e Dengo Chocolates, à frente de operações industriais e estratégia de crescimento.

Sergio Trigueiro

Sergio Trigueiro

CFO

Operador e construtor de negócios com 15 anos escalando empresas no Brasil. Na Stone Co. foi CFO da Cappta e COO da Menew, à frente de crescimento, expansão de produto e estratégia operacional. É MBA executivo pelo Insper.

O cacique Almir Suruí com Lucas Garcez na Semana do Earthshot Prize, no Rio

Na origem

Almir Suruí

Cafeicultor e cacique do povo Paiter-Suruí, e um dos líderes indígenas mais reconhecidos da Amazônia.

Embora o cultivo do café não faça parte das tradições ancestrais do Povo Paiter Suruí, ele foi adotado de forma visionária e estratégica a partir dos anos 1980, como alternativa sustentável para fortalecer a economia e o bem-estar social dentro da Terra Indígena Sete de Setembro. Quando os colonizadores invadiram nossa terra e introduziram o plantio de café, o povo Paiter Suruí respondeu desenvolvendo um compromisso profundo com a produção responsável, unindo conhecimento tradicional a inovação tecnológica e boas práticas ambientais.

Na origem

Celeste Suruí

A primeira barista indígena do Brasil e defensora do robusta amazônico. Celeste conecta sua herança Suruí a uma nova geração da cultura brasileira do café, levando identidade e conhecimento indígenas para a cadeia do café e contando a história do Robusta Amazônico cultivado pelo povo Suruí em Rondônia. Ela falou na Rio Innovation Week, em uma conversa sobre o futuro do café, da floresta e da fazenda até a xícara.

Celeste Suruí falando na Rio Innovation Week
Zito classificando café na Fazenda Água da Mata

Na origem

Zito

Conduz a Fazenda Água da Mata em Garça, São Paulo, que assumiu do pai. Familiar, com certificações Fair Trade e Rainforest Alliance, e a maior parte de quem trabalha na fazenda mora nela o ano inteiro. Depois da secagem, seu café descansa em silos de madeira que ele mesmo construiu.

As parcerias já estão acontecendo

The Earthshot Prize Notpla Dengo The Conduit Museu do Amanhã United for Wildlife Embaixada do Brasil, Londres Science Museum Freshfields Nude. Rehagro Vella Pugliese Buosi Guidoni REBU
Celeste Suruí na Rio Innovation Week Uma arara-azul no Pantanal O time da Macaw na Rio Innovation Week Convidados conversando no The Conduit Club Ruas de café na Fazenda Água da Mata Uma onça-pintada O copo livre de plástico desenvolvido com a Notpla Café em exposição no Science Museum

03 · Nossa Trajetória

Onde já servimos, e quem estava na sala

Agosto de 2026

O Futuro do Café, Rio Innovation Week

A Macaw apresentou O Futuro do Café, reunindo a chef e defensora da gastronomia Bel Coelho, a primeira barista indígena do Brasil, Celeste Suruí, e o cafeicultor regenerativo Marcelo Urtado para uma conversa sobre o futuro do café, da floresta e da fazenda até a xícara.

Curando o percurso da fazenda à mesa, Lucas Garcez levou os convidados primeiro à Fazenda Três Meninas, no Cerrado Mineiro, depois à mesa com Bel Coelho falando de comida, território e cultura, e terminou na xícara com Celeste Suruí. Para nós, o futuro do café não é só produzir um café melhor. É construir uma relação melhor entre café, pessoas e planeta.

Fotos de Lorena Zschaber

Agosto de 2026

São Paulo Climate Week, Capim Santo

O restaurante Capim Santo foi o cenário e o anfitrião perfeitos para o Jantar Oficial de Abertura da São Paulo Climate Week, da World Climate Foundation, e a Macaw Coffee teve o prazer de apresentar e celebrar a Fazenda Três Meninas com os convidados. Paula Curiacos e Marcelo Urtado produzem um café delicioso e muito bem avaliado, e também algo mais: um sistema sustentável em que a fazenda sustenta a fazenda e a natureza sustenta a natureza. A missão da chef Morena Leite de acolher as pessoas, tornar suas experiências especiais e espalhar as raízes do Brasil pela gastronomia é uma forte referência para a Macaw Coffee. Foi um prazer para Lucas estar com Paula e compartilhar essa experiência de café.

7 de maio de 2026

A Ciência do Café

No Science Museum, a Macaw coapresentou uma noite dedicada ao percurso do grão à xícara. Antonio Patriota, embaixador do Brasil no Reino Unido, fez a palestra principal, acompanhado por produtores brasileiros sustentáveis, entre eles o povo Suruí e as fazendas Três Meninas e Das Almas. A noite também apresentou o chocolate ético da Dengo e o copo de espresso revestido de alga da Notpla, ligando a ciência da produção ao futuro do consumo de café.

Abril de 2026

Iniciativa Jaguar Rivers

A Macaw apoiou o lançamento em Londres da Iniciativa Jaguar Rivers, no Science Museum, um projeto ousado para restaurar ecossistemas na Bacia do Rio Paraná, na América do Sul. O evento reuniu lideranças da conservação em um painel sobre biodiversidade e regeneração de habitat, enquanto a Macaw servia cafés brasileiros sustentáveis e espresso martinis.

Março de 2026

The Plastic Detox

No The Conduit Club, a Macaw participou de um encontro de destaque para o lançamento global do documentário da Netflix The Plastic Detox, sobre os impactos dos microplásticos na saúde. Moderado por David Fein e com inovadores do Earthshot, o evento explorou como substâncias plásticas afetam a biologia humana, enquanto Lucas Garcez conduzia degustações de café e espresso martinis.

Fevereiro de 2026

Water Pantanal Fire

A Macaw apoiou a Water Pantanal Fire, exposição fotográfica no Science Museum de Londres que destaca a beleza e a fragilidade da maior área úmida do mundo. A Macaw é profundamente ligada a essa paisagem por meio de sua parceira de conservação Onçafari, que protege a fauna da região, incluindo o Projeto Arara-Azul. A Macaw servia café certificado Rainforest Alliance da família Muniz nos copos livres de plástico da Notpla.

Dezembro de 2025

10 anos do Museu do Amanhã

A Macaw participou dos 10 anos do Museu do Amanhã, no Rio, celebrados com programação pública e um jantar de gala de destaque. O cofundador David Fein falou sobre a parceria crescente entre o Earthshot Prize e o museu, ressaltando seu legado no Brasil, enquanto Lucas Garcez conduzia degustações que ligavam os convidados diretamente às histórias e paisagens por trás de cada xícara.

Novembro de 2025

A Macaw no Earthshot

Ao longo do Earthshot Summit, de reuniões de alto nível à Noite de Premiação no Museu do Amanhã, a Macaw manteve presença constante, inclusive no novo Earthshot Boulevard, a céu aberto. Em todos os eventos a Macaw criou momentos de conexão em torno do café, reunindo a comunidade do Earthshot em uma experiência compartilhada que ligava origens locais à ambição climática global.